A segunda fase de construção da rede móvel do governo federal pode incluir agregadoras de redes móveis virtuais (MVNAs). A informação foi dada por Geraldo Segatto, diretor de operações da Entidade Administradora da Faixa (EAF), nesta terça-feira (22), durante o MVNO Experience, em São Paulo.
O modelo escolhido é o de Security MVNO, voltado às forças de segurança e a órgãos administrativos do governo federal e do Distrito Federal em 4G e 5G, em substituição gradual a sistemas como Tetra e P25. Em vez de construir estrutura própria, a EAF fará parceria com operadoras por chamada pública.
O projeto pode ter duas operadoras, uma tradicional e uma agregadora, modelo semelhante ao da rede governamental da França. A primeira fase já foi entregue no Distrito Federal, para Polícia Militar, Câmara dos Deputados, Senado Federal e Exército.



