A Anatel avalia criar regras específicas para o roaming de dispositivos de Internet das Coisas (IoT). Na abertura do MVNO Experience, nesta terça-feira (22), em São Paulo, o superintendente de competição da agência, José Borges, disse que as diretrizes atuais foram pensadas para pessoas, não para máquinas.
Segundo Borges, o prazo de 90 dias da regra foi concebido com base em questões de imigração e não deveria valer para IoT: aplicações de missão crítica, como o rastreamento de cargas e de presos com tornozeleira eletrônica, não podem perder conectividade.
O superintendente afirmou que a regulamentação não implicará controle de preços, que seguirá sendo negociado entre operadoras virtuais e detentoras de rede. As contribuições da tomada de subsídios sobre IoT serão reunidas em relatório para o conselho diretor da agência.



