Depois que 67 trabalhadores foram resgatados de uma situação considerada análoga à escravidão em uma usina de cana-de-açúcar em Cabo Frio, a empresa responsável firmou um Termo de Ajuste de Conduta com o Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro.
O resgate ocorreu em 21 de setembro, em ação conjunta do MPT-RJ, da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego e da Polícia Federal. Segundo a fiscalização, as jornadas chegavam a 15 horas por dia, com atrasos nos pagamentos e alojamentos com insetos, falta de armários e água quente.
Após o resgate, os contratos foram encerrados e as verbas devidas somaram cerca de R$ 335 mil. Pelo acordo, a empresa se compromete a seguir as regras legais de contratação e terceirização, com fiscalização semestral dos alojamentos e multa de R$ 30 mil por obrigação não cumprida.



